terça-feira, 30 de agosto de 2016

Mulheres com véu - Colorir

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LUGARES SAGRADOS PARA VISITAR EM CURITIBA (ACEITAMOS SUGESTÕES DE OUTROS LUGARES SAGRADOS DE CURITIBA - KARIN.WILLMS@GMAIL.COM)

Museu de Arte Sacra – MASAC

Endereço:
Rua Claudino dos Santos, s/nº, Igreja da Ordem - Centro
Contato:
(41) 3321-3226
malara@fcc.curitiba.pr.gov.br
Horário de funcionamento:
9h às 12h e 13h às 18h (3ª a 6ª feira) e 9h às 14h (sábado, domingo e feriado)

Apresentação

O Museu de Arte Sacra da Arquidiocese de Curitiba – MASAC possui em seu acervo mais de 800 peças classificadas como objetos de culto, paramentos litúrgicos, obras raras, mobiliário, fotografias, pinturas, imagens e objetos de uso pessoal. Entre as peças, destaca-se a imagem do Bom Jesus dos Pinhais, em terracota, de fins do século XVII. Além da exposição permanente do acervo, são organizadas exposições temporárias com temas pertinentes à arte religiosa.
Inaugurado em 12 de maio de 1981, o MASAC está instalado no anexo da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas, a mais antiga edificação de Curitiba, localizada no Setor Histórico. O acervo inicial do Museu foi recolhido pelos Arcebispos Dom Manuel Silveira D’Elboux e Dom Pedro Fedalto. Um movimento popular, por meio da primeira Festa de São Francisco da Ordem, possibilitou a restauração da Igreja da Ordem e a criação de um espaço adequado para preservação e exposição do acervo. A obra foi executada mediante convênio entre a Mitra Arquidiocesana, a Fundação Cultural de Curitiba e a Fundação Roberto Marinho. Além das peças pertencentes à Cúria Metropolitana de Curitiba, convênios firmados entre colecionadores locais contribuíram para a ampliação do acervo do Museu.
AÇÃO EDUCATIVA
Desvendar a importância de construções no centro histórico de Curitiba ou saber detalhes de uma obra de arte no museu pode ficar mais fácil se você estiver acompanhado por mediadores que transmitam informações sobre esses temas durante as visitas. É esse o trabalho do grupo de Ação Educativa da Fundação Cultural de Curitiba.
Agende uma visita monitorada:
VISITAS MONITORADAS
Museu de Arte Sacra – MASAC
Agendamento: (41) 3321-3328
Data: 3ª a 6ª feira
Horário: 9h às 12h e 14h às 18h
educativamemorial@fcc.curitiba.pr.gov.br


MUSEU EGÍPCIO E ROSACRUZ

Foi no Museu Egípcio de Curitiba que nasceu minha vontade de viajar e conhecer o mundo, mas isso já foi assunto de outro post. Hoje eu quero contar como foi voltar ao museu egípcio quase 20 anos depois da primeira visita.
museu egípcio curitiba
A primeira sensação foi de estranhamento. Eu não lembrava de absolutamente nada da parte externa e a rua nem parecia ser em Curitiba. A arquitetura chama bastante a atenção, mas o museu é só um pequeno pedaço de todo o complexo da Ordem Rosacruz.
museu egípcio curitiba
O Museu Egípcio de Curitiba conta com uma exposição permanente de réplicas de objetos egípcios que contam a história, a arte e a cultura no Egito Antigo, mas a grande atração do museu é, sem dúvidas, a Tothmea, uma múmia egípcia com cerca de 2.700 anos!
A exposição de nome “Nascer, Viver e Morrer no Egito Antigo” é dividida em 5 salas, incluindo a antecâmara e a câmara funerária da Tothmea. Nas salas 01 e 02 alguns objetos artesanais que faziam parte do dia-a-dia dos egípcios.
museu egípcio de curitiba exposição
Já as salas 03 e 04 você vai conhecer um pouco mais da história, dos faraós que governaram o Egito Antigo, da religião e do processo de mumificação. Como história é algo que nunca fica gravado na minha memória, é sempre uma surpresa ver esse tipo de coisa e lembrar das aulas da época do colégio.
museu egípcio curitiba
Na última e mais esperada sala, podemos conhecer a Tothmea. Antigamente a múmia ficava em outro local bem mais interessante, do lado de fora do museu, mas agora ela fica nessa sala dentro do museu mesmo e em uma caixa de vidro. Não é permitido fotografar, então o melhor que achei para matar a curiosidade de quem ainda não visitou o museu, foi essa foto de uma arqueóloga restaurando os ossos da múmia Tothmea.
O museu ainda conta com a múmia de uma criança andina e como ela é mais nova, dá pra ver uns detalhes como os dedinhos e as unhas. Meio bizarro, mas interessante.
Como o museu é pequeno, 30 minutos são suficientes para ver toda a exposição. Para finalizar a visita, recomendo um passeio na área externa, que também é muito bonita.
museu egípcio de curitiba endereço
Informações:
Entrada R$5,00 a inteira - consultar valores para grandes grupos
Endereço: Rua Nicarágua, 2453 – Bacacheri – Curitiba/PR
Telefone: (41) 3351 3024
E-mail: museu@amorc.org.br
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira das 8h às 12h e das 13h às 17h30 e aos sábados das 14h30 às 17h
Aceita agendamento de visitadas guiadas para grupos.

PRAÇA DO JAPÃO

Pra�a do Jap�o

Praça do Japão

Homenagem aos filhos do "Sol Nascente" que aqui se radicaram dedicando-se à agricultura.
Existem espalhadas pela praça 30 cerejeiras enviadas do Japão pelo Império Nipônico, e lagos artificiais nos moldes japoneses. Em 1993, foi construído o Portal Japonês, a Casa da Cultura e a Casa de Chá.
Localização:
Av. Sete de Setembro com Av. Rep. Argentina - Água Verde. Tel.: (41) 3264-5474 (Sociedade Nipônica)
Horário:
Praça - diariamente / Casa da Cultura - terça a domingo, das 9h às 18h / Cerimônia do Chá - quintas-feiras das 9h às 16h.
Ônibus:
Expresso Santa Cândida/Capão Raso (Estação Central - Rua Pres. Faria). Descer na Praça do Japão.
Acesso:
Rua Cândido Lopes / Rua Dr. Muricy / Av. Mal. Deodoro / Rua Emiliano Perneta / Rua Des. Motta/ Av. Sete de Setembro.

Escolas, universidades, mestres e alunos contam com uma nova tecnologia educacional para explorar novas formas de ensinar e aprender.

Afinal, o FTD Digital Arena permite além do desenvolvimento de pesquisa e produção de conteúdo no formato fulldome para praticamente todas as áreas do conhecimento, novas aplicações para enriquecer o sistema de ensino, assim como:
  • Laboratório de pesquisa científica e produção de novos conteúdos;
  • Transmissão de conteúdo educacional e realização de aulas interativas, nas mais diversas disciplinas, da Educação Básica ao Ensino Superior;
  • Desenvolvimento de novas tecnologias educacionais, assim como aplicativos e materiais didáticos;
  • Visitas educacionais guiadas;
  • Planetário Digital.
>>Inove e invista em tecnologia educacional, entre em contato e agende uma visita da sua escola.
Confira as Grades Curriculares dos filmes educacionais oferecidos com Guia do Professor com atividades pré e pós-visita:
ESPAÇOS SAGRADOS
É um roteiro pela cidade de Curitiba. Iniciaremos esta viagem a partir do FTD Digital Arena e percorreremos praças e espaços religiosos para dialogarmos sobre como as manifestações culturais religiosas utilizam estas paisagens para expressar sua leitura de mundo, de ser humano, de compreensão da vida. A primeira parada será na Praça do Zumbi dos Palmares. Ali dialogaremos sobre o espaço sagrado da natureza para afro-brasileiros e indígenas. Em seguida, na Praça do Japão, verificaremos como o oriente, com seus múltiplos olhares, nos permite contemplar o transcendente por meio também da natureza como rios e montanhas, mas também em templos e nas casas. Na Praça Tiradentes, conheceremos a Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Luz para verificarmos como as tradições monoteístas compreendem o papel dos símbolos que colaboram na relação entre o ser humano e a experiência religiosa. Visitaremos também a Mesquita Imam Ali Ibn Abi Tálib A.S. outra tradição monoteísta com uma leitura diferenciada do cristianismo em que o texto assume um papel fundante na orientação de seus membros. Finalmente, na Ordem Rosa Cruz, verificaremos como os novos grupos, religiões e pessoas se relacionam com as paisagens. Em cada um desses espaços teremos a companhia de um pesquisador para apresentar as diferentes compreensões dos espaços. Duração 32 minutos.

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SANTUÁRIO TABOR MAGNIFICAT

Atendimento

O Santuário Tabor Magnificat fica com os portões abertos, incluindo finais de semana, das 7h30 até as 18h30. Nos domingos, em alguns casos, permanecemos até às 19h.

Horário de atendimento do Sacerdote: Terça-feira a domingo - das 9h30 às 11h30 e das 14h30 às 17h.

Horário de atendimento do Café Magnificat: Terça-feira a domingo das 9h às 18h.

Horário de atendimento da Loja de artigos religiosos Magnificat: Segunda a domingo das 8h às 18h.

Veja o calendário de atividades do Santuário Tabor Magnificat clicando aqui.

A mesquita Imam Ali ibn Abi Talib

No Largo da Ordem, o templo islâmico recebe curitibanos de todas as crenças e religiões

Templo islâmico Imam Ali ibn Abi Talib, no centro histórico: visitas abertas ao público. Templo islâmico Imam Ali ibn Abi Talib, no centro histórico: visitas abertas ao público.
27.mar.2014 15:39:44 | por Juliana Reis
Dois minaretes azuis apontam para o céu na região do centro histórico. Quem chega mais perto depara com a exuberante mesquita Imam Ali ibn Abi Talib, que atende uma comunidade islâmica da cidade. Seu nome homenageia um importante guia espiritual, tido como sucessor legítimo de Maomé pelos muçulmanos do grupo xiita. Por séculos, essa reverência a Ali é motivo de discórdia com os sunitas, que compõem o maior ramo da religião e acreditam na ausência de herdeiros do famoso profeta. Embora seja histórica, essa divergência não tem vez sob o teto do templo curitibano, um dos poucos no mundo a receber não só os diferentes adeptos do islamismo como o público de qualquer fé.
 Para assistir ao culto, basta tirar os sapatos e, no caso das mulheres, também cobrir a cabeça com véu. No saguão, além de belos tapetes persas e azulejos ornamentais, há cartazes apresentando os pilares da crença, uma árvore genealógica dos profetas (com Adão, Noé, Moisés, Jesus...) e outras curiosidades que rendem uma incrível aula sobre a cultura islâmica.
Rua Doutor Kellers, 383, São Francisco, 3222-4515. 10h/13h30 (dom.). Grátis. Visitas guiadas para grupos podem ser agendadas por telefone.
 

  • Fonte de Jerusalém em Curitiba Fonte de Jerusalém em Curitiba
    Créditos: Valdecir Galor/SMCS
Endereço: Avenida Sete de Setembro, s/n°, Esquina com a Av. Arthur Bernardes
FONTE DE JERUSALÉM
Para comemorar os três mil anos da histórica capital de Israel, a cidade de Curitiba inaugurou em 1995 a Fonte de Jerusalém, um projeto do arquiteto Fernando Canalli. Com 14,5 metros de altura, a fonte luminosa possui três anjos de bronze em seu topo, com aproximadamente 3,5 metros e 800 quilos cada. Os anjos representariam a paz entre as três religiões monoteístas: cristianismo, judaísmo e islamismo.

Quando construída, porém, as esculturas tinham outro intuito. Ainda que para celebrar a paz entre os povos, os anjos representavam, a princípio, as três Américas. Com projeto da artista plástica curitibana Lys A. Buzzi, o monumento que se encontra na entrada do Jardim Los Angeles teve sua simbologia e nome mudados pelo prefeito da época, Rafael Greca, a pedido do prefeito de Jerusalém, Ehmud Olmert.

Muitas histórias poderiam ser contadas desse Jardim com suas esculturas e monumentos retratando a Paixão e Ressurreição de Jesus: histórias de vidas libertadas do desespero, de casamentos restaurados, de pessoas curadas dos vícios - tudo em resposta à oração; pessoas, indo ou vindo do serviço, gostam de passar alguns momentos de silêncio sozinhos no jardim; crianças, acompanhadas de seus pais ou professores, encontram aqui o Amigo no qual podem confiar; jovens acham a força que necessitam para permanecerem fiéis a Jesus no meio de muitas tentações.
Ao sair do jardim, uma senhora estava com os olhos cheios de lágrimas. Uma Irmã, ao vê-la, aproximou-se da visitante e perguntou-lhe porque estava tão triste. Ela respondeu: "Oh, Irmã! Estas são lágrimas de alegria! Há muito tempo venho buscando o Senhor para a solução de um problema e aqui no jardim recebi a resposta. Agora sei qual o próximo passo que devo seguir.”
Outros sentem a Paz de Deus no Jardim:
“Cada vez que venho ao Jardim de Jesus, a paz toma conta do meu coração, sinto-me feliz, amada e amparada.”    - Chris
“Parabéns pelo espaço verde e ao mesmo tempo confortante onde se sente a verdadeira presença de Deus.”    - Luís e Salete

Endereço: Rua João Guariza, 135
Bairro São Lourenço, Curitiba
Telefone: (41) 3254-6730

8:30-12:00h e 13:30-18:00h
(Segunda à Sábado)
14:00-18:00h
(Domingo)
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PRIMEIRA IGREJA BATISTA DE CURITIBA

Sob a direção dos pastores Henrique Diedan e Dereck Punchard, veio a mudança, mais rápida do que o esperado, pois a antiga construção já apresentava algum perigo. O ginásio de esportes, construído primeiro, abrigou a igreja enquanto o prédio de educação religiosa e o templo eram construídos.

Contato

Primeira Igreja Batista de Curitiba
Rua Bento Viana, 1200. Batel
Cep: 80240-110 - Curitiba-PR
Ver Mapa
Tel: (41) 3091-4347

Cemitério Municipal São Francisco de Paula

 O Cemitério Municipal São Francisco de Paula, é o mais antigo da cidade de Curitiba, a pedra fundamental foi lançada em 1854
 pelo Senador e Conselheiro da Província Zacarias de Góes e Vasconcelos, devido a falta de verbas na época a construção retornou em 1857 e foi concluída em 1866.
Segundo dados da prefeitura de Curitiba, até 2010, possuí 5700 túmulos e 72.787 sepultamentos até maio de 2010.
Através da arquitetura construída e das  suas tendências da época  podemos observar um histórico da sociedade curitibana sobre o seu  poder financeiro, suas religiões, crenças, valores e espiritualidades, desde aquela época.
Restos mortais são encontrados de diferentes épocas, como, Revolução Federalistas, renomados produtores de erva-mate, família Hauer, Trajano Reis, Barão do Serro Azul e outros.
Ao passear no cemitério deparamos com um vasto corredor asfaltado, onde os cedros o decoram.
O local dispõem além de mausoléus e túmulos muitas imagens de anjos, estatuas, santos e jesus, são encontrados nos túmulos, as cruzes são de diferentes tamanhos e formas, muitas pessoas foram sepultadas em mini igrejas, capelas com espaços privativos onde há a necessidade de chave para abrir, túmulo em pirâmides com formas arquitetônicas.
O Local é um ponto de encontro dos góticos são fáceis de identificá-los, com suas roupas pretas, com metais e objetos de pratas pendurados pelo corpo, eles gostam de ficar sentados sobre os túmulos,ou deitados, gostam de ouvir música, eles admiram o cemitério pela sua estrutura e a arte gótica.
Quando se fala do Cemitério Municipal, não se pode deixar de falar do túmulo da Maria Bueno, muito venerada pelos fiéis que crê, que ela faça milagre, seu túmulo esta repleto de placas de agradecimentos pelas graças atendidas sendo muito visitado.
Na entrada do cemitério deparamos com um painel de mosaicos três capelas velatórias, sendo uma ecumênica e duas católicas, no portal esta a administração do cemitério e  o departamento de serviços especiais, e  floriculturas.    


TERREIRO DO PAI MANECO


O Terreiro do Pai Maneco foi fundado por Pai Fernando de Ogum em 1987 e pratica a Umbanda Pés no Chão, sem misticismos. A casa tem como premissas a obediência aos espíritos, o respeito à natureza e ao livre arbítrio. Não permite a cobrança por atendimentos, não faz amarrações, adivinhações, tampouco usa sangue em seus trabalhos.


 
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A importância histórica do Cemitério Municipal de Curitiba

A pesquisadora Clarissa Grassi, por meio de visitas guiadas, recupera a própria história de Curitiba

Publicado em 5 de março de 2016
por Yasmin Taketani fotos Eduardo Macarios
Numa manhã de janeiro, enquanto o primeiro ônibus de turismo saía da Praça Tiradentes, um grupo de quarenta pessoas se preparava para um tour menos ortodoxo.
Elas carregavam as mesmas garrafinhas de água, também vestiam chapéus, óculos de sol e sapatos confortáveis. Apenas os celulares e câmeras destoavam: não é permitido fotografar ou filmar dentro do Cemitério Municipal São Francisco de Paula.
Curiosos de todas as idades e profissões se aglomeravam ao redor de Clarissa Grassi, atentos à introdução da pesquisadora: um resumo da história da morte na cultura ocidental. Essa era a primeira visita guiada que ela promovia em 2016, mas sua relação com o Cemitério São Francisco é antiga o suficiente para se sentir em casa ali – e fazer com que os outros se sintam também.
“A Clarissa é incrível, ela transforma uma coisa triste em algo interessante”, comentou Elizabeth Schuback, funcionária do local. De fato, a pesquisadora cativava o público com curiosidades, surpreendia pelo conhecimento enciclopédico e contagiava a todos com seu entusiasmo e humor. Mesmo que falar de morte seja, como ela diz, ter consciência da efemeridade da vida. “A maioria das pessoas só vinha no Dia de Finados. Agora, as visitas bombam”, comparou Elizabeth.
Clarissa começou a pesquisar o espaço há 14 anos, quando outro cemitério buscou seus serviços de Relações Públicas. Desde então, o fascínio pelo tema se converteu em dois livros – Um Olhar… A Arte no Silêncio (2006), com foco na arte tumular; e um Guia de  Visitação (2014) com abordagem multidisciplinar do Cemitério Municipal –, na presidência da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais e num mestrado que ela defende em março deste ano. “Por meio do cemitério, eu fui descobrindo a história de Curitiba”, resumiu a pesquisadora durante uma conversa em sua casa, a poucas quadras do campo-santo.
O cemitério como reflexo da cidade foi o recorte escolhido para seu mestrado em Sociologia – e a narrativa que contou ao longo das três horas de passeio. Da história de personalidades aos materiais geológicos, da arte e arquitetura aos símbolos que despontam da necrópole, há uma riqueza impressionante de informações que ela compartilha com os visitantes.
Entre eles, Juliana Robin tinha perdido a conta de quantas vezes havia participado. “Toda vez tem algo diferente”, justificou a designer sobre os detalhes apontados por Clarissa. As três horas de trajeto podem parecer longas, mas são o resumo de mais de uma década de investigação minuciosa, à la Sherlock Holmes, a partir dos poucos registros imagéticos e escritos disponíveis.
Esse é o primeiro cemitério da cidade, inaugurado em dezembro de 1854, de forma que muitas personalidades locais estão ali: o pintor Guido Viaro, o arquiteto Frederico Kirchgässner, a santa popular Maria Bueno, a poeta Helena Kolody, além de sobrenomes que ainda compõem a elite local ou designam tantas ruas curitibanas.
Sua história, no entanto, como a do Brasil, não é exatamente aprazível. Foram três décadas de idas e vindas até sua criação, e o projeto só foi considerado concluído doze anos depois – ainda que estivesse constantemente em obras nos anos seguintes. “Até 1880 fazia-se obras e mais obras porque não conseguiam fechar o muro.
O cemitério vai ter regulamento muitos anos depois de aberto”, exemplificou Clarissa. “Isso demonstra uma cidade pequena, sem recursos financeiros, sem planejamento, ajeitando a coisa para fazer acontecer.” Reflexo do discurso higienista da época, foi preciso uma lei municipal obrigando os sepultamentos, até então realizados em templos religiosos, a serem levados ao São Francisco de Paula – sob risco de multa de trinta mil réis e três dias de cadeia.
Pelo campo-santo descobre-se muito mais. Clarissa continua a fazê-lo. A intensidade de símbolos católicos ilustra momentos de maior ou menor influência religiosa, túmulos suntuosos remetem aos períodos de bonança enquanto os verticalizados acompanham o crescimento da cidade e o discurso racional em relação à morte. “Tudo isso fica impresso na forma como se constrói os túmulos”, ela observou, vestindo uma camiseta com estampa de caveira. “Eles são um resumo da nossa história, só que partindo do fim para o começo.”
Daí a importância de se patrimonializar o São Francisco de Paula, preservando exemplares de arte tumular, construções em escala monumental e em materiais que não se encontram mais. Além de estar à frente do inventário histórico e arquitetônico do espaço, via edital do município, que deverá orientar sua preservação e ditar limites para novas construções, Clarissa faz parte dos pesquisadores que vêm chamando atenção para o assunto por meio das visitas guiadas, a exemplo do que acontece nos célebres Père-Lachaise (Paris) e Cemitério da Recoleta (Buenos Aires).
“Não existe patrimônio sem pertença”, ela resumiu. “As pessoas têm que sentir que aquilo é parte da cidade, que é parte da história delas. E como vão sentir tudo isso se não conhecem?”
Ao fim do passeio, o grupo, que tinha perdido alguns membros (eles saíram do cemitério em boa saúde e por vontade própria, claro), posou para a única fotografia da visita e não poupou aplausos, promessas de retornar e agradecimentos a Clarissa. Ela agora dava as costas ao sábado ensolarado e tomava o caminho de casa para continuar sua conversa com os mortos – todas as fotos, símbolos e dados que lhe falam cada vez mais.
Quatro bairros
Clarissa Grassi divide o São Francisco de Paula em quatro “bairros”. O “urbanizado” é caracterizado pelo planejamento e padronização dos anos 1960. O “centro histórico” tem o maior número de túmulos com referências arquitetônicas do século 19, concentrando barões, comendadores e nomes do ciclo da erva-mate. O “Batel” é marcado pela presença intensa de mausoléus, túmulos em terrenos imensos (até mesmo 107 m²). Por último, a “periferia” (no sentido de afastamento do centro) é a parte mais contemporânea, predominantemente marcada por túmulos verticalizados.
Visitas guiadas
As visitas acontecem mensalmente 
e são gratuitas, mediante inscrição. 
Informações: visitaguiada@smma.curitiba.pr.gov.br




   A construção da atual igreja, dedicada a São Jorge, teve seu início em 1954, como já dito. Em 1960 foi o templo concluído, mas a consagração oficial foi realizada somente em 1962 pelo Metropolita Dom Ignátios Ferzly.
           A semente da construção do templo foi plantada pelo Padre Lázaro Nehme, sucedido posteriormente pelo Padre Antonio Ward, o qual  permaneceu à frente da paróquia de 1965 a 1998; ele empreendeu todos os esforços no sentido de embelezar a igreja, com detalhes arquitetônicos externos e internos nesse maravilhoso templo.
Foram profundos o empenho e dedicação daqueles idealistas, dentre os quais citamos nomes como o de Elias Abdo Bittar, Zake Sabbag, Nassib Abdo Abage, Gabriel Hilú, Abdo Tacla, Elias Tacla, Aléxis Gid, e tantos outros fiéis da comunidade.
            A Igreja, que em seu início estava intrinsecamente ligada à comunidade árabe ortodoxa, hoje se abre também a novos membros oriundos de outras etnias, principalmente brasileiros que veem na fé ortodoxa sua ligação de vida com Deus. Hoje em dia além de ser a única Igreja Ortodoxa Antioquina do sul do Brasil, a igreja de São Jorge de Curitiba é considerada uma das mais belas construções arquitetônicas do Estado do Paraná.

Pároco: Padre Samaan Nasry - Email: fr_samaan@yahoo.com

Enderço: Rua Brigadeiro Franco, 375 – MercêsCep: 80430-210 - Curitiba/PR 

TEL: +55 (41) 3336-4036 


WEBSITE: www.igrejasaojorgecuritiba.com.br 

Facebook: Igreja Ortodoxa Antioquina São Jorge de Curitiba

Secretaria: secretaria@igrejaortodoxasaojorge.net

 

MUSEU NACIONAL DO ESPIRITISMO (MUNESPI) ESTÁ COM NOVA SEDE

Local foi inaugurado no dia 18 de maio de 2013.
A nova sede do Museu Nacional do Espiritismo (Munespi), localizado em Curitiba e mantido pela Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas (SBEE), foi inaugurada no dia 18 de maio de 2013. Agora, os objetos de Chicuta Nogueira, Baduca, Abibe Isfer, Parigot de Souza e Leocádio José Correia estão em um local maior, com 300 m2, e mais confortável para os visitantes, já que o Munespi recebe cerca de 2,5 mil pessoas por ano. 
Na nova sede, as cores dos quadros e da tapeçaria da artista plástica paranaense Ida Hannemann de Campos são destaque e ficam expostos até o final do mês de maio.  A artista, que esbanja sabedoria em seus 91 anos de idade, se inspira em cenas do cotidiano para pintar seus quadros e compor peças de tapeçaria. Como artista, sua inspiração maior é o Cubismo e o Expressionismo.  Pinta desde os oito anos de idade, quando começou a ser incentivada no colégio em que estudava em Curitiba. Hoje ela se dedica à arte “pelo prazer de ver o bonito”, como ela mesma afirma, e garante que vai continuar compondo suas maravilhosas – e coloridas – obras. Ida já participou de 168 exposições coletivas, 18 individuais, 48 mostras, e recebeu 15 prêmios.
Além dos objetos das personalidades espíritas, o Munespi preserva documentos históricos, fotografias, obras de arte, produtos mediúnicos, monografias e arquivos audiovisuais. O museu é coordenado por voluntários. Criado em abril de 1965, o Munespi nasceu em Curitiba com a missão de atuar como uma agência de promoção da cultura espírita e do estudo científico, filosófico e religioso da Doutrina Espírita.
De acordo com a coordenadora do espaço, Anni Cristini Vencato, o Museu Nacional do Espiritismo presta sua contribuição à comunidade na medida em que disponibiliza ao público os dados e as informações de seu acervo, promove o conhecimento e estimula o diálogo cultural. Na ocasião da inauguração, Anni se emocionou ao ver o museu no novo espaço, e também em poder garantir ao público visitante obras tão valiosas. Ela se mostrou orgulhosa pelo trabalho dedicado de todos os voluntários que contribuíram com o que o museu se tornou. “O pensamento de fé, muito trabalho e esforço resultou na obra, que foi feita com muito amor”, disse.

MÉRITO MUSEOLÓGICO

Durante a inauguração do novo espaço do Munespi, o presidente da SBEE e museólogo, Maury Rodrigues da Cruz, recebeu uma medalha de Mérito Museológico confeccionada pelo Conselho Federal de Museologia com o intuito de evidenciar e homenagear personalidades de destaque na área em todo o País. Segundo a museóloga Clarete de Oliveira Maganhotto, representante do Conselho Regional de Museologia no Paraná, Maury foi pioneiro da evolução da nova museologia no Estado. “Ele foi um dos primeiros que se engajou nesse movimento e participou da criação do Conselho Regional de Museologia, que já teve sede no Paraná”, lembrou Clarete. Maury foi diretor do Museu Paranaense por oito anos e escreveu diversos artigos e livros sobre o tema, como o Museu Reflexões.
O presidente da SBEE – e também museólogo – Maury Rodrigues da Cruz destacou na inauguração a contribuição que os museus dão para o alongamento do olhar das pessoas. Disse, ainda, que o Espiritismo enquanto Ciência, Filosofia e Religião precisa alcançar o tripé da cultura espírita, consubstanciado em arquivo, museu e biblioteca. “Os museus, assim como os centros espíritas, significam construção de conhecimento. Têm que responder às expectativas de dignificação da pessoa”, disse.
O presidente da SBEE salientou também a importância dos museus para “ensinar as pessoas a pensar”, para mostrar a cultura do País à população e, assim, proporcionar ao povo o alcance dos valores universais. “Expor estes objetos que fazem significação da cultura nacional é fundamental para alcançarmos estes valores”, analisa.
Para Maury, assim como os centros espíritas, os museus também devem compor um currículo político-pedagógico que faz integração com a vida. “Desta forma priorizamos o pluralismo do nosso País e alcançamos o pensamento complexo”, observou. Ele lamenta que alguns grandes nomes da cultura espírita, como Chico Xavier, Yvonne Pereira e Peixotinho, não tenham tido seus materiais preservados para serem expostos em museus. “Está insuportável o processo de destruição cultural do nosso povo. Uma nação sem história não tem futuro”, concluiu.

VISITE O MUNESPI!
O MUNESPI está localizado na rua Guilherme Ihlenfeldt, 663/677
Vila Tingui – Curitiba (PR)

 

Bosque Boa Vista

Dr. Martim Lutero

Bosque Boa Vista
Localizado no bairro Boa Vista, no setor norte da cidade, o Bosque Boa Vista abrange uma área de 11.682 m2, sendo 7.000 m2 de bosques naturais, remanescentes da antiga mata de araucárias que recobria quase toda região. Entre as espécies encontram-se os pinheiros, canelas, paus de bugre, pinheiros bravos, pitangueiras, guabirobeiras e outras.
Os equipamentos ali instalados como playground e canchas de esportes vem propiciar a perfeita harmonia da paisagem onde o indivíduo pode desenvolver atividades de lazer em contato direto com a natureza.
O bosque leva o nome de Bosque Dr. Martim Lutero, assim denominado em 10 de novembro de 1996, em homenagem ao reformador alemão e prócer da reforma e renovação da Igreja no século 16. Um dos princípios que Lutero mais defendeu foi a liberdade de consciência e em 1996, nos 450 anos de sua morte, os curitibanos lhe prestaram essa homenagem.


  • Área: 11.682 m2
  • Localização: Rua Holanda X Rua Vicente Ciccarino
  • Bairro: Boa Vista
  • Ano de Implantação: 1974
  • Acesso: Gratuito
  • Fauna: Tico-tico, corruíra, sabiá, sanhaço, morcego, gambá, gripeirinho.
  • Flora: Pinheiros, canelas, paus de bugre, pinheiros bravos, pitangueiras, guabirobeiras e outras.
  • Equipamentos: Play-ground, canchas de esportes, churrasqueiras.

Horário de funcionamento:
De segunda-feira à domingo, das 8 às 18 horas.

Ônibus:
  • Interbairros II – sentido horário e anti-horário
  • Convencional N. Sra. Nazaré (Praça Tiradentes)

 

 



 


 


 


 


 


 


GUIA GEOGRÁFICO CURITIBA - RELIGIÕES E TEMPLOS

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

RITOS E RITUAIS - ADIVINHATÓRIOS E CURA

PARA O PROFESSOR:

RITO
Borres Guilouski
O rito religioso é um gesto de fé
Uma ponte para o divino
Que pode dispensar o uso da palavra
E pode servir-se do poder que a palavra tem
Pode conferir sentido
Apontar um rumo
Consolar e aquecer o coração de alguém
Pode despertar forças
Elevar sentimentos
E provocar transformações
Um rito sagrado pode também
Alimentar e fomentar esperanças
Pontuar novos estados de ser
Ajudar a viver mais leve
E equilibrar as emoções
Fazendo a pessoa sentir-se bem
comunicado religioso.
(Esta poesia está disponível no link https://www.google.com.br (texto de Borres e Diná)

Sugestão de leitura teórica www2.pucpr.br/reol/index.php/2jointh?dd99=pdf&dd1=7577


A fé e a medicina



Após acordar durante a noite angustiado, Alberto vai para o hospital. Chegando lá, um médico decide interná-lo. Enquanto espera no leito para a realização de alguns exames, Alberto observa outros pacientes e seus familiares rezando. Ele começa a refletir sobre a relação entre os métodos da ciência para tratar doenças e a fé dos pacientes que acreditam na cura através da vontade divina.
Assista também ao episódio: Ciência e religião
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PARA OS ALUNOS:


NOTÍCIA (material que pode ser usado em sala como disparador para o conteúdo)

Pajé faz ritual de cura indígena para tentar salvar garoto de cinco anos

Felipe estava internado em São Paulo com uma doença grave.
Segundo médicos, tratamento pode gerar efeitos positivos.
Do G1, com informações do Fantástico

A família de um índio de cinco anos internado em São Paulo decidiu chamar um pajé para salvar a vida do menino com um ritual indígena de cura.

Felipe, o indiozinho Kaiabi, tem uma doença grave. O fungo causador da criptococose se instalou nos pulmões e no cérebro do menino, que desenvolveu uma infecção respiratória crônica e também uma forma rara de meningite.
  “Esse fungo existe na natureza. Então a gente pode pegar através de fezes de pombos, eucaliptos, mata, e normalmente a gente aspira esses fungos. A maioria das pessoas resolve essa infecção, porque têm defesas boas e acabam não desenvolvendo o quadro”, diz Maria Aparecida Ferrarini, pediatra infectologista da Unifesp.

Em 20 % dos casos, porém, pessoas sem qualquer problema imunológico, como Felipe, podem contrair a doença. “É uma criança que a gente não tem o que responder. A gente faz um toque no rosto dele, a gente conversa, cochicha com ele. Ele é muito risonho, ele é muito bonzinho. Ele só fica chateado mesmo quando ele está com a dor, que aí ele não quer conversa, ele chora”, diz a pediatra.

A meningite aumenta a pressão dentro do crânio, o que provoca dores de cabeça muito fortes. O tratamento é penoso: há sete meses, Felipe luta contra a infecção. Primeiro em Mato Grosso, e, nos últimos dois meses, no hospital São Paulo. “Ele está esgotado de hospital, ele quer sair porque é muito difícil, permanecer, para uma criança que é criada livremente, imagina um índio, você ficar preso numa cama”, diz Maria Aparecida.

A vida de Felipe nunca mais será a mesma. “Ele está cego e isso é irreversível”, diz a médica. Apático, o menino não queria comer e nem sair da cama. 
Ajuda indígena
A família pediu, então, a ajuda de um pajé. Yawa Mi U foi trazido pelo projeto Xingu, da Universidade Federal de São Paulo, que há mais de 40 anos trabalha com índios e hoje cuida de Felipe. 

Para a tradição indígena, maus espíritos atrapalham o tratamento. “Porque ele tem os espíritos que está desviando o remédio da doença dele”, diz Yawa Mi U.

A pajelança levou quatro dias. “A febre que o paciente tem e a dor que o paciente tem penetra no corpo do pajé. A gente sente muito fraco quando a gente faz pajelança”, diz o pajé.

O indiozinho tomou também um banho com ervas medicinais e raízes. Esse remédio combate a febre e a dor do corpo. É um remédio que só o pajé sabe. 
Viagem
A reza não terminou no hospital. O Fantástico acompanhou o pajé, de avião e de barco, até a aldeia de Felipe, que fica na região do Xingu, em Mato Grosso.

A reportagem visitou a oca do indiozinho e conversou com o avô dele. Ele dorme junto com a mãe e com o pai. Felipe já avisou: quer uma rede só pra ele quando voltar. “Já tem rede nova pronta”, avisa o avô.

O velho Kaiabi mostra também os remos de que o neto tanto gosta. “Ele gostava de remar quando ele estava bom de saúde.” Ele diz ter saudade do neto: “Para a família, faz falta. Faz bastante falta”.

Foi ideia do avô chamar o pajé para rezar pelo menino. “Eu estava preocupado muito com o meu netinho, com o Felipe. Tudo isso doeu pra mim”.

Na tribo, começa uma nova pajelança que completa o trabalho feito em São Paulo. A primeira parte do ritual é uma festa para o Felipe. O pajé pede pela saúde do menino e os índios acompanham.

A cerimônia continua dentro da oca, com os objetos de Felipe. “Nós confiamos bastante que ele vai melhorar mais e vai voltar para cá, para a família dele”, afirma o pajé. 
Resultado positivo
Em São Paulo, uma surpresa. Felipe nunca deixou de tomar os remédios, mas de alguma forma a pajelança parece ter ajudado. A situação do menino mudou, diz Douglas Rodrigues, coordenador do projeto Xingu. “Ele não conseguia se movimentar. Tremia tudo, parece que sentia fraqueza”, diz o pai de Felipe, Mayup Kaiabi.

“Depois desses quatro dias de pajelança, hoje eu já vi outro Felipe, andando, sorrindo”, afirma Marcos Schaper, pediatra do projeto Xingu. Na última sexta-feira, o pequeno Kaiabi recebeu alta do hospital. Vai ficar em São Paulo por mais alguns dias, para fazer exames.

“Eu acho que não dá pra gente tratar a medicina do pajé, a medicina tradicional indígena com o mesmo enfoque que a gente faz com a medicina científica”, diz Rodrigues. “Pra mim o que importa é que o Felipe, que é a pessoa que eu cuido, acredita. Que a família do Felipe acredita que a comunidade do Felipe acredita. Isso pra mim basta”, diz o pediatra.
 (http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1091133-5598,00-PAJE+FAZ+RITUAL+DE+CURA+INDIGENA+PARA+TENTAR+SALVAR+GAROTO+DE+CINCO+ANOS.html)

PARA COLAR NO CADERNO:




A PARTIR DAÍ, E DAS CONSIDERAÇÕES FEITAS PELOS ALUNOS, O PROFESSOR DEVERÁ TRAZER RITOS E RITUAIS DE CURA EM DIFERENTES ORGANIZAÇÕES RELIGIOSAS, CONTEMPLANDO AS 4 MATRIZES: INDÍGENA (NA ATIVIDADE ACIMA), OCIDENTAL, AFRICANA E ORIENTAL.